sexta-feira, 12 de setembro de 2008

Time of my Life

Cry To Me

sexta-feira, 15 de agosto de 2008

... morria feliz.
Era o que me apetecia dizer ontem à noite, antes de adormecer nos braços do mais-que-tudo. Já lá vai mais de meio ano e continuamos felizes e contentes, sem discussões de grande importância, a adormecer agarradinhos, a tentar passar o tempo que temos livre na companhia um do outro, sem prejudicar a família e os amigos com a nossa ausência.
E corre tudo bem. A família anda contente, os amigos parecem bem. O trabalho cansa, mas não dá nenhum problema. E sempre que chego, sei que ele está à minha espera e tenho vontade de correr e de lhe saltar para cima. Pena é a farda e todo o comportamento a ela aderente.
Diria isto ontem, antes de adormecer, não fosse o medo que tenho da tragédia, do mal que espreita à porta. Estou feliz sim, mas não quero males por estas bandas. Quero aproveitar o momento enquanto dura, e esperar que dure muito tempo.

quinta-feira, 14 de agosto de 2008







Quando estou sozinha, birrenta, mimenta.

A Tatauga está em Lisboa, foi adoptada há uns meses. Sempre que o príncipe se levanta de madrugada para ir trabalhar e me deixa a dormir (a dormir, pois, porque 4 da manhã é um pouco cedo demais para me levantar e lhe preparar o pequeno almoço), deixa-a no seu lugar. Não o substitui, mas ajuda e ao menos tenho outra coisa a que me agarrar.

A Moo já é minha companheira há uns anos. Foi confidente em bons e maus momentos. Sofreu nas mãos de um parvalhão que, sempre que entrava no meu quarto, a escondia em cima do guarda-roupa e a chamava vaca idiota. Estúpido! Sofreu, mas continua lá no seu posto de guardiã, à espera que eu lhe diga algo como "Ó Moo, gosto tanto dele... Vá, vamos lá dormir."

No outro dia juntaram-se, tipo concelho médico, e debateram entre as duas a minha insanidade. O momento foi registado para a posterioridade, antes da partida da Tatauga para Lisboa.

Esta mensagem é dedicada à Nani, que se apaixonou pela Tatauga na sua última visita cá a casa.

terça-feira, 22 de julho de 2008

Não tenho vergonha de o dizer: às vezes dá-me para a pirosice. Ouço um Marco Paulo, uma Wanessa Camargo, e vejo uma novela mexicana. Infelizmente, já lá vai o tempo em que a TVI passava a tarde toda de sábado a transmitir este grande tipo de programas. A minha mãe era grande admiradora, e eu, apesar da dobragem em brasileiro, também ia achando graça. Agora desta telenovela era mesmo fã. Passava no canal 1 depois do almoço e eu não levantava o cu da cadeira enquanto não acabasse. Lembro-me de gravar o genério e decorar a música que cantarolava durante o dia. Queria ser a Cristina, achava graça ao Vitor Manuel. Ficou no meu imaginário, é o meu conto de fadas dos tempos modernos.

segunda-feira, 7 de julho de 2008




Dia de anos com os amigos do coração, com a família presente e uma sangria de morangos de chorar por mais. Muito bom. Muito bom mesmo.

sábado, 5 de julho de 2008

Rumo ao sul



Fugimos nas folgas para o Algarve. Não vou dizer o local exacto porque, ao que parece, é secreto para os seus habitantes, que não o querem ver cheio de turistas e lisboetas de nariz empinado a reclamar por tudo e por nada.
A praia estava quase deserta. O mar parecia vir dos lados das Caraíbas. E não havia bolas de berlim, nem águas fresquinhas, ou criancinhas a berrar por perto. Era eu e ele, e um nudista a uns metros de distância. Não pedia mais nada, ou talvez mais alguns dias para lá ficar, porque dois são muito pouco. Se estou feliz? perguntava-me a minha mãe. Muito.

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