segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Fui dar um girinho ao Colombo pouco depois do almoço e como só tinha comido uma sopinha em casa pensei "deixa-me cá armar em fina e ir comer uma empada do Avillez já que a Inês Menezes disse na Sábado que eram boas, tirando a de camarão." Fina pois, porque por uma mera empada (tudo bem que faz o tamanho de duas normais) e uma limonada paguei a módica quantia de 6,90€. Xiça que doeu! Quase 1400$00! É que tirando a massa leve e saborosa, o recheio não era por aí além (comi a de frango thai, que de thai me parece que só tivesse o nome).


Enfim, segui caminho, desci as escadinhas e deparei-me com a Merry Cupcakes e pensei "P, andas há tanto tempo a salivar por um bom bolo red velvet, e que tal uns cupcakezitos da mistura?" Lá fui eu toda lampeira. Pedi 2. 5€. Podiam ser mais baratos, que 500 paus por um bolo ainda me parece um bocado exagerado, mas isto sou eu que ainda vivo à antiga. Ah e tal, mas são bonitinhos e tem enfeites de Natal e eu ia matar o desejo mal chegasse a casa com uma boa chávena de chá. E eis que, já em casa, aparece o meu irmão e vê os bolinhos. E eu "tá quieto, que só podes provar um bocadinho". E ele prova. E ele cospe. "Que horror, isto está estragado", diz. E eu pensei, não está nada estragado, ele é que não gosta do creme de queijo. Deixa-me cá provar. E foi o horror, a tragédia, a desilusão. Vou começar pelo menos mau: a massa. Pois a massa não estava má, para massa de chocolate de pastelaria industrializada. E a cobertura? Ai a cobertura! Se amanhã me doer a barriga já sei porque foi. Nunca nada me soube tanto a ranço como aquela cobertura. Não estivesse já eu tão longe, ia lá dar-lhes a provar do seu remédio. E não me digam que era do queijo, que eu sei bem o que é uma boa cobertura de queijo, ou não fosse eu uma pessoa muito viajada. Agora, jazem ali na mesa 2,5€ de cupcake que ninguém quer comer, mas se tem pena deitar fora porque até é bonitinho e custou tanto dinheiro.


Ai que maravilha!

Começam hoje as minhas férias de Natal! Vão ser 17 dias cheinhos de não fazer nada. Já tenho um livro  novo para ler e um pacotinho de bolachas para beber com o chá.

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

Sputnik, Meu Amor

Ando com o Sputnik atrás há que tempos. A culpa não é do livro, é minha. Há alturas em que só me apetece ler, outras em que mal pego no livro (seja ele qual for), só vejo televisão e revistas cor de rosa, no entanto isso não me impede de o carregar para todo o lado não vá dar-se o caso de me apetecer ler repentinamente. Hoje foi um desses dias. Mau tempo em Lisboa e uma carrada de tempo em espera para aterrar em Lisboa. Peguei nele e nunca mais o larguei até chegar ao fim. Está lido. Lê-se bem. Gosto da parte em que a Sumire perde a inspiração para escrever quando se apaixona (não nos acontece a todos?). Gosto da parte dos eus que se perdem com os vários acontecimentos que a vida nos oferece.
Venha o próximo.

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

E sai isto:


quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

A falta de cabides nas casas de banho públicas das senhoras, especialmente nos centros comerciais.
Mas o que é que querem que as damas façam às malas de mão e aos sacos das compras? Que os ponhamos no chão cheio de xixi e sabe-se lá mais o quê? Que seguremos tudo com os dentes enquanto fazemos o malabarismo de tentar acertar com o xixi no buraco sem tocar/sentar na sanita?

domingo, 4 de dezembro de 2011

É que de vez em quando dá para levar o marido atrás. Desta vez fomos a Londres "fazer compras de Natal". Passámos praticamente a tarde inteira em Oxford Street e não comprámos nem uma coisinha para nós, só para os outros. Almoçámos, partilhámos um waffle num banco de rua, tomámos um chá das 5. Vimos as montras em New Bond Street e Bond Street e sonhámos um dia ganhar o euromilhões para lá ir fazer umas compras. Entrámos na loja da moda, a Abercrombie & Fitch, e pareceu-nos estar num bar. Tudo escuro e a música mais alta do que nas Bershkas e Stradivarius do nosso país e mocinhos a passarinhar por lá só para mostrar a roupa que tinham vestida. Até comprava uma pecinha ou duas, não fosse o preço disparatado para roupas tão básicas. Mais uma que fica para o euromilhões. Comprava umas coisinhas na Primark, isso é que comprava, não fossem os milhares de pessoas que lá andavam, a fila gigante na caixa e a falta de tamanhos pequenos. Voltámos ao hotel agarradinhos e soube-me a mel tê-lo comigo o dia inteiro. É para repetir.



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