sexta-feira, 15 de agosto de 2008
quinta-feira, 14 de agosto de 2008
A Moo já é minha companheira há uns anos. Foi confidente em bons e maus momentos. Sofreu nas mãos de um parvalhão que, sempre que entrava no meu quarto, a escondia em cima do guarda-roupa e a chamava vaca idiota. Estúpido! Sofreu, mas continua lá no seu posto de guardiã, à espera que eu lhe diga algo como "Ó Moo, gosto tanto dele... Vá, vamos lá dormir."
No outro dia juntaram-se, tipo concelho médico, e debateram entre as duas a minha insanidade. O momento foi registado para a posterioridade, antes da partida da Tatauga para Lisboa.
Esta mensagem é dedicada à Nani, que se apaixonou pela Tatauga na sua última visita cá a casa.
terça-feira, 22 de julho de 2008
Não tenho vergonha de o dizer: às vezes dá-me para a pirosice. Ouço um Marco Paulo, uma Wanessa Camargo, e vejo uma novela mexicana. Infelizmente, já lá vai o tempo em que a TVI passava a tarde toda de sábado a transmitir este grande tipo de programas. A minha mãe era grande admiradora, e eu, apesar da dobragem em brasileiro, também ia achando graça. Agora desta telenovela era mesmo fã. Passava no canal 1 depois do almoço e eu não levantava o cu da cadeira enquanto não acabasse. Lembro-me de gravar o genério e decorar a música que cantarolava durante o dia. Queria ser a Cristina, achava graça ao Vitor Manuel. Ficou no meu imaginário, é o meu conto de fadas dos tempos modernos.







