segunda-feira, 17 de novembro de 2008
Chegada esta altura do ano, os amigos surgem com as perguntas da praxe. "Onde é que vais passar o Natal? E a passagem de ano?" Ainda não sabe do Natal, se vai estar a trabalhar, se vai com a P para onde ela for ou se fica em casa com a família. Quanto à passagem de ano, não acha grande graça a essa festa (tal como eu). Imagine-se que no ano passado passou a noite toda com o telemóvel na mão a trocar messangens! E eu sei com quem :)
quinta-feira, 13 de novembro de 2008
e não me apetece nada.
Quarto de hotel, cama vazia, televisão com uma língua estranha, e nem quero pensar no frio que deve fazer. Sei que não me devo queixar, mas há dias em que ir para fora custa.
terça-feira, 11 de novembro de 2008
Queria ir para Arraial da Ajuda, para Punta Cana ou Varaderero se fosse preciso. Queria ir para um mini paraíso com ele, fosse onde fosse. Acordar de manhã e comer um daqueles pequenos almoços fartos, com frutas tropicais e todas as porcarias que pudesse encontrar, passar o dia na praia, a rir, a ler livros e ouvir música, a entrar no mar sem sentir um arrepio na espinha mal o meu dedão tocasse na água, a beijar muito e ser muito beijada e quem sabe fazer alguma escapadinha para um sítio remoto onde ninguém estivesse a ver... Queria voltar para o quarto e fazer ronha na cama depois do banho tomado, antes do jantar onde ia beber mais um bocadinho do que o normal para ter que ser carregada para a cama e deixar que abusasse de mim...
Quis o destino, a economia mundial e as compras desenfreadas que andei a fazer nos últimos meses, que não houvesse "tempo" para ir para tão longe. E então? Íamos ficar em casa? Claro que não. Vamos para uma pousada. Vamos para o Gerês!
Fomos, rumo ao frio e às montanhas.
Fomos, rumo ao frio e às montanhas.
E foi mágico!





sábado, 25 de outubro de 2008
terça-feira, 14 de outubro de 2008
Contei à minha mãe e às minhas amigas, escrevi no blog, mas não lhe contei. Porquê? Não sei bem porquê. Porque achei que não era coisa que lhe interessasse, que se ia aborrecer e ficar calado durante meia hora só porque eu tive a infelicidade de me cruzar com um toni na auto-estrada. Penso que foi essa a razão, não sei se o meu subconsciente tem outra. Não foi por mal, foi burrice, ingenuidade, ou outra coisa qualquer, porque, quando ele me perguntou, andávamos nós pelo Chiado à casal apaixonado e eu comia umas castanhinhas assadas que me sabiam que nem ginjas, se nunca mais tinha falado ou encontrado o fantasma do natal passado, respondi-lhe com a maior naturalidade do mundo “olha, vê lá que o encontrei na auto-estrada”. Ficou aborrecido. “E só mo contas porque te perguntei?” Não, não te quis chatear. Foi mesmo só por isso. Mas segundo ele, o não contar é quase como mentir. Se lhe conto o meu dia todo e omito esta parte específica é por alguma razão. E são nestas coisas sobre as quais se constrói a confiança... He's got a point. Entendo o que diz. Mas não foi por mal, juro que não.
quarta-feira, 8 de outubro de 2008
Apaixonei-me por esta música quando deu num episódio da Anatomia de Grey da temporada passada. Anda a tocar por aqui repetidamente. Muito boa.
;;
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