quarta-feira, 28 de março de 2012
A tua sorte foi que tinha acabado de dar 40 cêntimos a um vendedor da Cais e o meu nível de karma estava em alta, senão tinha-te matado de certeza. Quis o destino que eu chegasse a casa descansada porque tinha feito uma boa acção, senão estavas estendido na estrada e a entupir o trânsito na hora de ponta. Senhor da mota, não costumo desejar mal a ninguém, mas juro que fiz o resto do caminho a ter pena que não te tenhas espalhado ao comprido, dado cabo da mota e quem sabe partido uma perninha (que é uma chatice maior que partir um braço), que era para aprenderes a não passares sinais vermelhos e nunca mais te atravessares à frente de quem vai a fazer a sua vidinha e não tem culpa nenhuma que sejas um atrasado mental. Ficou o susto, vá. Pode ser que tenha servido para alguma coisa.
domingo, 25 de março de 2012
Durante o último jogo do Sporting em que este estava a perder:
- Não arreliem o vosso pai, que se ele for para a cama chateado arranha-me com as unhas dos pés. E ai se elas são afiadas. Xiça!
quinta-feira, 22 de março de 2012
Não tenho que escrever.
Ou então não tenho inspiração para escrever.
Pode ser que volte.
segunda-feira, 19 de março de 2012
domingo, 18 de março de 2012
sexta-feira, 16 de março de 2012
Dava no canal 2 por volta da hora de jantar e era tão parvo que tínhamos de rir.
segunda-feira, 12 de março de 2012
Fica só aqui um exemplo.
sexta-feira, 2 de março de 2012
Pronto, sou uma gaja modernaça. Já sei postar através do telemóvel.
Gastei um dinheirinho, mas de vez em quando também mereço uma coisa mais boazinha, que trabalho para isso. Não podem ser só compras nas Primarks e afins. E não tenho culpa que tenha aberto uma lojinha destas a dez passos do hotel de Bruxelas. Andei a babar para as montras da Chanel, da Hermès, da Gucci entre outras, todas aqui ao lado, segurei-me para não comprar macarons que são caros e depois saí-me com uma destas. Tendo em conta as tentações, não estive mal.
Sempre que me vê na rua acha que ganha o direito de entrar na minha vida outra vez. Manda mensagens à miúdo de 18 anos, tenta meter conversa. Sobe-se-me uma tontura, uma mistura de sentimentos que me deixa confusa. Por um lado é como se recebesse uma taça estúpida porque ainda perde tempo para tentar falar comigo, por outro rebento de indignação e explode na minha cabeça um "como se atreve a importunar-me quando sabe que não deve, que não o leva a lado nenhum". E aí vem ao de cima o rancor guardado durante todos estes anos. Porque, por mais que tente fingir que não está cá, ele ressurge sempre que é espicaçado. E respondo-lhe. E sou ríspida. E sou honesta em tudo o que digo. E ele amua e deixa de responder. E a paz volta ao mundo.
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