domingo, 9 de setembro de 2007

Sonhos


Sonho muito, penso que todas as noites. E, na maior parte das vezes, se não tiver de saltar da cama para ir trabalhar e puder ficar na ronha mais um bocadinho, consigo lembrar-me de quase tudo. Já tive sonhos de quase todos os tipos, desde aqueles angustiantes, que me fazem acordar com o peito apertado e a rezar aos deuses do Olimpo para que aquilo nunca aconteça, até uns tão engraçados que me fizeram acordar com as minhas próprias gargalhadas. Depois há aqueles que todos temos, que nos fazem desejar não acordar, voltar a adormecer e continuar o sonho exactamente onde tinha ficado. O Bruce Willis já me apareceu num destes e o Marcelo Anthony também, aquele actor brasileiro espadaúdo, e posso dizer que fiquei mesmo muito triste por ter despertado, mesmo que tivesse o melhor dos dias à minha espera. Há ainda aqueles sonhos que funcionam como prenuncio da realidade, e destes posso dizer que tenho muitos e que me deixam sempre pensativa. O meu subconsciente tem esta forma de me avisar. “Se continuares assim é isto que te vai acontecer!” E passo o dia inteiro com aquilo na cabeça, soturna, melancólica, indecisa. Ontem tive um, hoje outro. Com pessoas diferentes e histórias separadas, embora semelhantes. Só a minha reacção mudava. Num dos sonhos irritava-me, aborrecia-me, queria bater em alguém. No outro não queria saber. É assim a minha vida. Como os sonhos. Por um lado incomoda-me, no outro deixo andar. Até que este outro me comece a incomodar também. Mas aí ainda não chegámos, nem sonhei com a situação.

sábado, 8 de setembro de 2007

Está quase!!

sexta-feira, 7 de setembro de 2007

Hoje ODEIO-O!!!

segunda-feira, 3 de setembro de 2007


Ontem fui à feira da cebola em Rio Maior. Já não ia há alguns anos e lembrava-me dela como um grande evento, mil carrósseis, pipocas, algodão doce, farturas, maçãs do amor, invenções malucas, a barraquinha do Malibu, aqueles carros dos leilões ambulantes, móveis, sofás, havia de tudo. Mas ontem deparei com uma realidade muito diferente. As barracas onde se comia frango assado e outras coisas passaram para restaurantes improvisados no pavilhão multi-usos. Carrósseis, só havia os carrinhos de choque e outro para as criancinhas. Nada de canguru, nem de máquina de lavar, nem os barquinhos pós meninos. Uma feira muito triste.
Por entre estas constatações lembrei-me que, quando era pequena, a barraca que me impressionava mais e prendia a minha atenção era a dos chineses. Eram mil relógios cheios de botões, bonecos com luzes, calculadoras. Ficava maravilhada com aquilo tudo. Mal eu sabia que dali a uns anos ia ficar farta de ver aquelas coisas nas milhentas lojas que existem por km2, das quais até me desvio.

Hoje acordei do meu sono de bela adormecida com o telefone a tocar:
- Posso ir ter contigo?
- Não.
- Porquê?
- Porque não.
- Está bem. - disse como um menino que baixa a cabeça quando o castigam ou mandam fazer alguma coisa que não quer.
Estou quase lá.

domingo, 2 de setembro de 2007

Starting Now




Ingrid Michaelson

Letra

E para quem não acredita, esta é a música que ando a cantarolar no carro nestes dias:

I want to crawl back inside my mother's womb
I want to shut out all the lights in this room
I want to start fresh, like a baby in a sink
Scrub away all these thoughts that i think of you
So life moves slowly when you're waiting for it to boil
Feel like i watch from 6 feet under the soil
Still want to hold you and kiss behind your ears
But i re count the countless tears that i lost for you

But before you finally go
there's one thing you should know:
That I promise -

Starting now I'll never know your name
Starting now I'll never feel the same
Starting now I wish you never came into my world.

I want to crawl back inside my bed of sin
I want to burn the sheets that smell like your skin
Instead I'll wash them just like kitchen rags with stains
Spinning away every piece that remains of you.

But before you finally go
there's one thing you should know:
That I promise -

Starting now I'll never know your name

Starting now I'll never feel the same
Starting now I wish you never came into my world.

It's my world, it's not ours anymore
It's my world, it's not ours anymore

Starting now I'll never know your name
Starting now I'll never feel the same
Starting now I wish you never came into my world.



By Ingrid Michaelson


Descobri a Ingrid na banda sonora da Anatomia de Grey e aconselho. Muito bom, o album Girls & Boys.

;;