sábado, 24 de dezembro de 2011

FELIZ NATAL!!


terça-feira, 20 de dezembro de 2011

O Natal este ano

Não fiz árvore de Natal. Foi substituída pela caixa do frigorífico, que temos de guardar durante 15 dias depois da entrega (que julgo até já terem passado). A casa é pequena e não há espaço para mais. 
O único sinal de Natal por estas bandas é mesmo o monte de presentes junto à porta. Tirando isso, nem um pai natalzinho de chocolate ou um bolo rei para contar a história. Espírito também não há. O homem lembrou-se de se  chatear com a mãe e não me parece que façam as pazes tão cedo. Anda sensível, coitadinho. Grita por tudo e por nada. Logo lhe passa. E eu, de férias. A arrastar-me de um lado para o outro, com tanta coisa que podia estar a fazer, mas que não me apetece. Entreguei-me à preguiça e ao dolce fare niente. E assim vou ficar até ao dia em que terei de me arrastar de novo para o trabalho.

segunda-feira, 19 de dezembro de 2011



Os meus dois cantores favoritos juntos. Nem sei que diga. É muita emoção junta!

domingo, 18 de dezembro de 2011

Lana Del Rey


Apanhei esta música na Antena 3 no outro dia e ficou-me na cabeça. Segundo consta, a Lana é a nova coqueluche do mundo da música alternativa. Entendo porquê. A languidez na sonoridade da voz dela quase que se cola ao nosso ouvido, leva-nos para outros tempos, desperta o nosso lado sombrio e rebelde.
Podia também dizer que a miúda, que só tem 25 anos, parece janada e com voz de velha, mas isso era só para dizer mal. Ela é gira que se farta e, ao que parece, vai gerar um culto. O álbum sai em Janeiro.

sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

A crise e o Natal

Ah, e tal, este ano só há prendas para os miúdos e para os afilhados. Ah e tal, mas fomos a Londres e comprámos umas t-shirts para os manos, oops. Agora temos de comprar para todos. Ah e tal e o paizinho querido ficou tão triste quando rompeu a lacostezinha de malha que pensámos logo em comprar-lhe outra. E quanto é que custa? Nem vou dizer que tenho vergonha. Mais valia ter ido à feira que fazia o mesmo efeito. Ah, e a mãe? A mãe também merece. Tem o telemóvel avariado? Venha daí um novo! Ai, mas a crise? A crise está aí. Continua como antes, mas pelo menos sei que vamos fazer umas quantas pessoas felizes. 

quinta-feira, 15 de dezembro de 2011


Tinha 14/15 anos, achava que era uma mulher feita. Ainda usava fato de banho. E a baía de S. Martinho do Porto ficou amarelada de um dia para o outro. Era onde estava a passar férias com a minha prima Marta e com a minha amiga Susana. As Marés Vivas davam na televisão e os salva vidas eram os novos sex-symbols, objectos da nossa adoração. Às 17h em ponto saía da praia para ir ver A Minha Amiga Lycia, uns desenhos animados que eu adorava. Não me lembro se gostar de alguém naquele verão, mas lembro-me de andar alerta, à caça de rapazes giros. Tinha o cd dos Ace of Base e não tínhamos mais nada para ouvir. Foram estas músicas até à exaustão. Descobrimos os primeiros sinais da doença da minha avó naquele verão e não os soubemos associar ao mal que vinha aí. Foi um verão feliz, ficou na caixa das memórias da adolescência.

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Pintei as unhas de azul escuro.
É que é uma cor vedada às assistentes de bordo lá do sítio onde eu trabalho.
A seguir vem o verde escuro nacarado.
Depois volto ao trabalho e tenho de voltar aos vermelhozinhos e variações, e naturaizinhos sem graça.
É duro, uma pessoa não pode expressar a sua criatividade.

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