segunda-feira, 12 de julho de 2010
Não podemos ter tudo cor-de-rosa. Tem de haver um ou outro contratempo. Tem de haver uma ou outra asneira. E então aparece o prenúncio da tempestade. Chove, chove, chove e faz querer seguir directamente para a casa onde nos sentimos mais seguros, fugir daquela sobre a qual parece pairar a nuvem mais negra de todas. Mas respiramos fundo e seguimos em frente, para o meio do furacão. Afinal de contas, mesmo que custe chegar e seja preciso coragem para enfrentar o que poderá dali sair, é onde que pertencemos e temos a certeza que o vento acabará por mandar aquele tempo feio de lá para fora.
(Leia-se nas entrelinhas: palavras meio ditas, sair sozinha, chorar, chorar, mágoa, voltar a casa, respirar fundo no elevador e entrar.)
2 Comments:
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- Luciana said...
12 de julho de 2010 às 14:03Depois de ler isto, escrevi uma coisinha no meu blog sobre ti...- Isa David said...
12 de julho de 2010 às 21:05you go and fight girl! make up sex is the best. :P
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